domingo, maio 17, 2015

Parabéns

Se o Porto tivesse sido capaz de ganhar, nas duas últimas jornadas em que o Benfica perdeu pontos com terceiros, a esta hora estaria a um pequeno passo do título, mesmo sem ter ganho ao seu concorrente direto. Daí que os parabéns que Lopetegui deu a todos os que contribuíram para que o Benfica fosse campeão sejam também para ele, para a sua equipa, pelo contributo decisivo que deram para o desfecho deste campeonato. Na verdade, costurando as últimas conferências de imprensa do treinador do Porto, poderemos concluir que o empate no Restelo foi o derradeiro retalho para o manto protetor encarnado. Parabéns, portanto.

quinta-feira, maio 14, 2015

Juve, 12 anos depois

O futebol da Juventus pode não ser muito atraente, mas é suficientemente competente e está geneticamente calibrado para não perdoar as baldas (defensivas e ofensivas) dos adversários, mesmo quando estes são (em teoria) claramente superiores. O facto de ser Morata a enterrar as aspirações do ex-clube é mais uma daquelas crueldades do destino, sobretudo para Ancelotti, que fica numa situação que certamente não imaginou, depois de ter sido campeão europeu e mundial. Para os italianos é o regresso a uma final da Champions, depois de, em 2003, terem perdido, nos penáltis, com o Milan, um jogo do qual Pirlo e Ancelotti se recordarão, certamente.

quarta-feira, maio 13, 2015

Barça na final

Mais um grande jogo, em Munique, entre duas equipas capazes de praticar um futebol completo: apoiado, vertical, coletivo, individual. Passa o conjunto que tem os melhores jogadores disponíveis (viu-se a diferença quando Suárez saiu, embora me pareça que o Barça levantou o pé) mas também, como disse Guardiola, o melhor contra-ataque - uma ironia do destino, se nos lembrarmos do que aconteceu, no confronto anterior, entre as duas equipas.

segunda-feira, maio 11, 2015

Semiespetacular

Com o campeonato decidido, resta-me apreciar os últimos golos de Jackson com a camisola do Porto, os retoques finais de Óliver num projeto emprestado, e desejar que, na segunda época, Lopetegui fale menos (mesmo quando tem razão - e nem sempre tem) e faça mais, porque o mesmo não chega, por mais espetacular que fosse (não foi) metade.

quinta-feira, maio 07, 2015

Messi

Quando a organização coletiva anula a organização coletiva, sobram as individualidades para fazer a diferença. E ter Messi, mesmo com Neuer do outro lado, faz (fez) toda a diferença.